quarta-feira, 27 de agosto de 2008

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Malapata do Mano

Para quem não sabe, tenho um mano de 19 anos feitos em Fevereiro.

Além de ainda não lhe ter passado a idade parva, pois continua a fazer parvoices como qualquer adolescente recém entrado na faculdade, que tem a mania que é mais que os outros...esqueci-me de completar que até gosto dele.

A particularidade que me leva a falar dele é aquilo a que familia já apelidou de Maldição das Férias.

É certinho direiteitinho que uma semana antes de entrar tem de ficar em casa fechado, sem contacto com o exterior, não vá acontecer algo que o impeça (a ele e a nós familia) de gozar umas belas férias.

Tudo remonta à cerca de 5 ou 6 anos atrás.
2004
Véspera de Férias(um dia antes para ser mais precisa)
- parte a cabeça ao pai a fechar o porta-bagagens
  • Resultado = o pai teve de ir para o Hospital, levou a vacina do tétano e ainda uns pontos na bela careca

2005
(no próprio dia em que iriamos para umas belas semanas em terras algarvias)
- parte a clávicula ao ir de manhã à praia com os amigos
  • Resultado = umas ferias de braço ao peito a ser arrastado para as ondas pelo tio irresponsavel, desde aí ficou torto para sempre, há ali um osso que nunca ficou bem soldado.

2006
Dias antes das férias
-abriu o sobrolho e ainda teve tempo para rasgar o lábio com o aparelho (que partiu ao jogar futebol)
  • Resultado = uns pontinhos aqui e ali

2007
Começa a ficar mais refinado
Convidei - o para nos fazer companhia numa viagem até Tarifa
  • Resultado = Quem abriu o queixo fui eu. Eu que nunca parti nada na vida. E ninguém me tira da ideia que se calhar foi por culpa dele ter ido comigo.

2008
Quando já nada fazia esperar...
Final de férias, depois de temporada com os pais, vai até ao Algarve com os amigos, um dia antes das férias acabarem...liga a informar que tinha partido o dedo mindinho.
  • Resultado = Gesso até ao Joelho, repouso e pelos vistos canadianas até ao final de Agosto.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Aqui vai disto

Esta coisa do calor dificulta muito as coisas. A vontade de escrever, pensar, organizar e ainda por cima trabalhar baralha o sistema nervoso das pessoas.

Já não tenho a tarefa árdua de ir para o trabalhinho de carro, mas já não conto as minhas aventuras, as minhas mágoas no trânsito e os sustos. A rota da A5 parece para sempre arredada das minhas ambições futuras.

O ritmo de vir de manhã com os phones e com a rádio sintonizada na RADAR já se tornaram parte da rotina. Isto para evitar as conversa no comboio. Já me habituei aos rosto que obrigatoriamente partilham comigo aquele "cubiculo" de 4 cadeiras que nos fazem conviver todas as manhãs, por escassos 15 minutos. Mas todos os dias é a mesma coisa, os óculos escuros passam a ser uma carapaça. De manhã detesto SOCIALIZAR!!!!! Muito menos em transportes públicos.

Mas agora a parte que ficou pendente...
Com este calor fazem-me falta as festanças no local de trabalho. Eram as músiquetas dos companheiros ora do lado direito, ora o mais afastado do lado esquerdo. Depois falta uma série de coisas. As danças de uma ex-directora esgroviada, os amuos que apenas duravam um dia da amiga agora mexicana, a bandalheira total do grupinho da ex-brasuca, os risos da Pipoca (isto quando podia sorrir sem que a directora se apercebesse), os queixumes, as surpresas, o excesso de trabalho e até dos presentes vindos dos meios, que o Afonso distribuia por toda a gente fingindo ser um mãos largar...até disto tenho saudades.

Restam os jantares, porque metade das pessoas já desertou, ora para destinos longiquos, ora para outras agências, ora para outros desafios...o nucleo duro lá continua...mas a ver vamos.
No último em que finalmente todos os homens marcaram presença, teve de faltar a mexicana. Inadmissivel, se fosse eu apanhava um avião a correr...Mas pronto a verdade é que assim não somos 13, mas sim 12 ao que parece até dia 15.Fev de 2009.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Muito bom