quinta-feira, 20 de abril de 2006

... ainda os morangos II

Coincidência ou não acabei de ler a critica do Miguel Gaspar no DN e claro as opiniões são unânimes:
"Não se entende qual a relevância do percurso do jovem a ponto de se transmitir em directo o funeral - uma cerimónia que não conquistou adesão popular à medida do exagero mediático. É impossível a qualquer pessoa no seu juízo normal encontrar uma razão que justifique a overdose mediática da TVI a propósito da morte trágica do actor Francisco Adam."

No mesmo jornal encontrei os números:
"No total, a estação disponibilizou dois carros de exteriores, "vários" carro-satélite, seis a oito câmaras fixas e móveis e quatro jornalistas para cobrir o funeral do Dino dos Morangos. "Fomos sempre tentando perceber até onde se podia e devia ir", salientou. Por exemplo, a dada altura o barulho do helicóptero tornou-se incomodativo e o director de emissão e produção, Luís Cunha Velho, presente no local, deu indicação para que este se retirasse, referiu. Monteiro Coelho aponta ainda outra situação: "tínhamos o helicóptero no ar e podíamos ter captado imagens no interior do cemitério e não o fizemos, houve esse cuidado".
Pois...pois depois de mediatizar a morte lá houve a pontinha de bom-senso ou não!?

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